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01/03/2010

Ações de ferro?

Quem vence o confronto entre CSN, Gerdau e Usiminas

A produção mundial de aço bruto diminuiu 8% em todo o ano de 2009, fechando em 1,22 bilhão de toneladas, segundo dados da World Steel Association (WSA). No Brasil, a queda foi ainda maior, a produção ficou em 26,5 milhões de toneladas, valor 21,4% menor se comparado ao de 2008. Em 2010, porém, as expectativas são mais positivas, já que o mercado internacional ensaia melhoras e o Brasil vive uma fase de extrema euforia devido às expectativas geradas pela Copa do Mundo de 2014, Olimpíada de 2016 e pré-sal. Além disso, há previsão de aumento do consumo de automóveis, segmento que representa 30% da demanda por aço no Brasil, e da construção civil, incentivada sobretudo pelo programa federal Minha Casa Minha Vida. Por tudo isso, a InvestMais resolveu ir a campo para descobrir se esse setor vai realmente reaquecer os fornos e gerar lucro a seus acionistas. A resposta você confere nas próximas páginas.

Cautela. Essa é a palavra que trafega entre os analistas do setor de siderurgia. Mais otimistas devido à reaquecida da economia e dos grandes projetos em infraestrutura que estão por vir, eles preveem um cenário de melhora já em 2010 para o segmento. Segundo o IABr, o pré-sal deve consumir entre 2010 e 2016 cerca de 2 milhões de toneladas adicionais de aço, a Copa do Mundo de 2014 mais 4,5 milhões de toneladas e a Olimpíada de 2016, 1,3 milhão de toneladas. Esse volume representa uma média anual de 1,2 milhão de toneladas adicionais de aço bruto a ser produzido pelas usinas brasileiras. Esses são motivos de sobra para sair correndo investir, certo?

 

O problema é que, por outro lado, o governo ainda demonstra um temor em relação à crise e o mercado internacional ainda não está a plenos pulmões, indícios que apontam uma possível dificuldade para aumentar o preço do aço – e, portanto, a lucratividade das empresas – a curto prazo. Isso acontece porque esse é um mercado que costuma ser bastante sensível ao preço. Com receio de que as empresas brasileiras comecem a aumentar os preços, o governo ameaçou reduzir o imposto de importação do aço para permitir uma entrada mais razoável no mercado interno. Caso isso seja feito, os preços no mercado interno devem cair.

“Apesar de estar em uma situação bem melhor que no ano passado, não vejo o setor de siderurgia como um dos mais promissores da bolsa”, revela Leonardo Alves, analista da Link Investimentos. Ele destaca que a demanda está maior e com previsão de alavancar ainda mais em 2010, mas não espera ver, principalmente no início do ano, o aumento de preço do aço. “Ele está bem travado devido ao preço no mercado internacional. Se aqui o processo de volta de demanda já está quase completo, no mercado internacional está muito longe de terminar. Na Europa e nos Estados Unidos, ainda há muita capacidade ociosa, e devido a isso os preços lá estão bem baixos”, explica.

Algumas empresas, como Usiminas e CSN, tentaram ensaiar um aumento de preços no mercado interno sem grande sucesso. Resultado? “As importações cresceram bastante, então acho que elas realmente não vão ter a possibilidade de elevar muito os preços, e isso prejudica o setor, que, apesar da alta demanda, vai continuar com uma rentabilidade não tão boa em 2010”, aponta.

Gilberto Cardoso, analista do Banif Investment Banking, segue a linha de raciocínio de Alves e acredita numa retomada, porém ainda inferior ao período anterior à crise: “Eu vejo o mercado siderúrgico nacional se recuperando da crise. As tendências são de crescimento de 10% a 15% na produção de aço nacional, mas ainda é um mercado em recuperação, principalmente na parte de aços planos, que foram os mais afetados. O mercado de aço longo sofreu menos devido aos investimentos em infraestrutura e construção civil no Brasil, mas a parte mais afetada, de aços planos, foi a diminuição muito drástica em investimentos em máquinas e equipamentos e em bens de consumo duráveis”.

A Gerdau é líder no segmento de aços longos na América. Esse tipo de aço é destinado principalmente à construção civil e às obras de infraestrutura e compõe uma série de produtos, como vergalhões, barras, perfis e arames. Já a CSN e a Usiminas são focadas em aços planos, muito utilizados em veículos e produtos de linha branca com maior exposição no mercado interno. Com esse segundo tipo de aço, é possível fazer chapas, bobinas e folhas.

Nos dois primeiros trimestres de 2009, as vendas de aço caíram de forma acentuada. Para os aços longos, a queda chegou a 42,3% em fevereiro, comparado com o mesmo mês do ano anterior. Como a atividade siderúrgica depende 30% das exportações, os produtores de aços longos buscaram uma alternativa no mercado interno.

Diante disso, a consultoria Lafis estima que a produção interna de aços longos permanecerá estável, com uma pequena queda de 0,6% no faturamento. De modo geral, a produção interna irá gerar um crescimento de faturamento de 10,8% e 8,7% em 2010 e 2011, respectivamente. Os autofornos, parados desde o início de 2009 no calor do pior da crise, já foram reativados em função do aumento dos embarques para o exterior.

Segundo a Lafis, em 2009, o setor de siderurgia se recuperou lentamente, apresentando sinais positivos de superação da crise, e isso decorreu basicamente dos amplos pacotes de estímulo econômico adotados para reativar a demanda e a oferta de empregos, proporcionando aos empresários uma expectativa positiva em relação ao futuro e uma maior confiabilidade para a realização de investimentos no segmento. Resta saber qual será o comportamento do setor agora que os incentivos foram retirados.

 

Ameaça chinesa

No entanto, o que mais preocupa os analistas do setor são as importações do aço chinês. Elas são uma grande ameaça à indústria nacional, porque o preço praticado é abaixo do custo de produção no Brasil e, enquanto os produtores ao redor do mundo tiverem retração em até 50% na produção, a China continuará crescendo.

 

Cristiane Viana, analista da Ágora Corretora, também vê com cautela as ações chinesas e aconselha que o investidor desse setor esteja “sempre observando de perto a produção e a demanda de aço na China”. Essa é, ao mesmo tempo, uma ameaça e uma oportunidade, já que, com o crescimento exponencial do país asiático nos últimos anos, a expectativa é de alto consumo de aço por parte dos chineses.

Em relação à questão cambial, algumas empresas poderão ser afetadas por uma eventual alta do real. Para Alexandre Lignos, analista da Intelect Gerenciamento Financeiro (IGF), as exportadoras serão as maiores prejudicadas: “Com o fortalecimento do real, você vende com o custo de um dólar baixo, tendo menos lucro (ou prejuízo), ou arrisca aumentar o preço e perder para a concorrência”.

Na opinião de Lignos, o desempenho do setor siderúrgico brasileiro foi bom, considerando a crise. “O momento atual é de expectativa. Dados acumulados até outubro mostravam melhorias no desempenho em relação ao ano anterior. E essa incerteza é provocada pela crise financeira internacional, que abalou os principais setores consumidores de aço no País (automotivo, construção civil e de equipamentos), os quais representam mais de 70% do consumo nacional. Os bens produzidos a partir de aços longos (tarugos, lingotes, blocos e aços-carbono), que até agora iam para compradores internacionais, terão uma parcela maior vendida no Brasil”, ressalta Lignos, que vê o setor com otimismo e espera bons desempenhos.


F atores positivos e negativos do setor

Pontos positivos

Pontos negativos

Possui vantagens comparativas em relação a outros países, como vastas reservas de minério de ferro.

O elevado custo do frete ainda limita o comércio exterior do segmento (exportações), desestimulando o preço do produto no mercado internacional.

O setor deverá receber investimentos de US$37,6 bilhões até 2012, o que acrescentará 40,9 milhões de toneladas à atual produção brasileira de aço, que é de 29,9 milhões de toneladas.

A destinação da maior parte da produção ao mercado interno implica em ciclos de consumo conforme as condições da atividade industrial (por exemplo, uma maior disponibilidade de crédito) e, sobretudo, da construção civil.

Considerando todos os produtos do setor, a gama por aplicações é ampla, desde a construção e manufatura até a agricultura.

Há desvantagens comparativas como a falta do carvão mineral e o volume ainda pequeno de sucata disponível no mercado brasileiro.

O consumo per capita de aço bruto e acabado é baixo em comparação com os países desenvolvidos, e mesmo com alguns em desenvolvimento, o que caracteriza potencial de crescimento.

A valorização do real torna o produto caro em comparação com o fabricado na China.

O Brasil é o maior produtor de aço bruto da América Latina e o nono do mundo.

Expectativa de retração na demanda de setores altamente dependentes de aço, principalmente o automobilístico, de eletrodomésticos e construção civil.

Forte retomada do crescimento por parte dos setores demandantes de aço a partir do segundo semestre de 2009.

Perspectiva de elevação nos preços em toda a cadeia de produtos siderúrgicos, tanto no mercado interno como no internacional.

Medidas previstas no PAC, com maiores incentivos ao setor de construção civil, infraestrutura e estímulo ao crédito e financiamento, deverão produzir efeito benéfico, uma vez que estes são setores que demandam grande quantidade de aço e possuem necessidade de crédito.

Fortalecimento do real perante o dólar como fator prejudicial para as empresas nacionais, como Usiminas, CSN e Gerdau.

Menor patamar da taxa básica de juros no País e pacote de isenção fiscal, favorecendo o setor de construção civil, principal demandante de aços longos.

Elevada carga tributária incidente sobre os investimentos, produção e circulação de mercadorias no Brasil.

Facilidade na obtenção de matérias-primas importantes, como o minério de ferro e o carvão, e expectativa de queda nos preços.

Retomada da produção e dos investimentos.

 

Acirramento da competição e persistência do protecionismo no mercado internacional.

 

Demora nos processos de concessão de licença ambiental.

Fonte: Lafis e Lopes Filho

 

Confronto
Com a forte retomada interna e as expectativas para o mercado internacional, analisar em qual companhia investir se torna crucial nesse momento. Algumas têm foco em baixo custo e outras realizam comércio, principalmente com o exterior.

Para Rafael Weber, analista da Geração Futuro, a recomposição de preços deve ser moderada e não é possível prever um grande salto. As expectativas de manutenção do crescimento de alguns setores tornam consistente o aumento da demanda por produtos siderúrgicos, como do setor automotivo, que representa 30% da demanda por aço no Brasil. Já a demanda por bens de capital também se recuperou bastante, assim como por chapas grossas para a indústria naval. “Usiminas e CSN se beneficiam desse cenário. O setor de construção civil, para o qual a Gerdau vende, continuará sendo estimulado pelos projetos do Governo Federal, bem como pela realização da Copa do Mundo e da Olimpíada no Brasil”, acredita.

Quando questionados sobre as três mais expressivas do setor – CSN, Gerdau e Usiminas –, a preferência dos analistas tende para a primeira opção. “Eu considero a CSN como a melhor do setor, pois já no 3T09 conseguiu ter margem Ebitda de mais de 30%, enquanto a principal concorrente que está no mesmo segmento, que é a Usiminas, teve margem de 13%”, evidencia Alves.

Além da rentabilidade maior, ele destaca ainda a presença da companhia no mercado de minério de ferro, que, segundo análise da Link, será “bastante promissor, com preço subindo, demanda muito alta e pouca nova oferta no mercado”. “A CSN vai ser uma das poucas empresas no mercado de minério de ferro a aumentar sua produção. Eu vejo isso como bastante produtivo. A mineração ainda não representa nem 30% das receitas da CSN, mas essa participação com crescimento deve trazê-la para um patamar bem interessante e, caso a gente veja alguma novidade no mercado brasileiro de aço – como a valorização do dólar que vimos nessas últimas semanas ou um aumento do preço internacional, possibilitando uma alta de preço também no orçamento dela – a CSN vai ser bem favorecida”, revela.

Gilberto Cardoso segue a mesma indicação e afirma ainda que as empresas que têm custos mais baixos devem ser mais beneficiadas nesse momento, porque possuem uma possível expansão maior de margens: “Nesse setor, as companhias cuja política é muito focada em custo são tanto a CSN quanto a Gerdau. Então, nas nossas projeções, essas empresas terão uma expansão de margens melhor se compararmos à Usiminas”.

Dentre as duas, ele opta pela CSN: “Ela teve um ganho importante de market share nos dois últimos trimestres, é uma empresa focada em custo e o mais importante é que possui não só componente de siderurgia como sua unidade de negócio, e cada vez mais está aumentando a participação da sua unidade de negócios de minério de ferro, que, este ano, tem um prêmio a ser capturado”.

O analista do Banif mostra que, a cada ano, a contribuição na geração de caixa da companhia se aprecia mais a componentes de mineração: “A empresa, este ano, está projetando um aumento de vendas na ordem de 30% de minério de ferro em volume, com previsão também de elevação de preços”.

Embora extremamente positiva, toda mudança traz à companhia o risco de que a expectativa do mercado não se torne concreta. “Há o risco de execução da expansão de volume de minério, que ainda tem um ramp up de produção, a expansão do porto e a logística. O segundo ponto negativo é a perspectiva positiva de uma possível IPO da parte de mineração não ocorrer, o que frustraria um pouco os acionistas”, evidencia Cardoso.

Já Alves vê como oportunidade – mas também ameaça – o interesse já manifestado pela CSN de adquirir as ações da cimenteira portuguesa Cimpor. “A CSN já havia falado, e tinha até uma fábrica, uma unidade de produção de cimento em Volta Redonda, que está querendo entrar nesse mercado. Acho a Cimpor um bom ativo e a CSN já fez a oferta, mas, a princípio, não vai levar e será preciso aumentar o valor oferecido. Um aumento de oferta, uma briga longa, especialmente com a Votorantim, que é a principal concorrente, deve fazer a ação sofrer um pouco no curto prazo”, pontua.

Mesmo assim, o analista da Link vê a compra com bons olhos: “Embora ela venha a adquirir por um preço que o mercado julgue caro, o ativo me parece bom, tem margens boas, e, considerando que a Votorantim e a Camargo estão interessadas – duas empresas que já estão no setor e conhecem bem o ramo –, isso significa que talvez não seja tão caro assim”. Se você ficou interessado por essa empresa, esteja atento às notícias sobre a aquisição da Cimpor.

 

De olho no longo prazo

A escolha pela CSN, entretanto, não é unânime. Cristiane Viana evidencia a recomendação para a Gerdau: “O crescimento é geral, mas, se for para destacar a expectativa, é de um incremento mais forte da demanda por aços longos e, por isso, nossa principal recomendação de investimento para o setor siderúrgico é a Gerdau, dados os investimentos para o segmento de infraestrutura e também o imobiliário”. Ela destaca que o investidor deve ficar atento às movimentações do mercado externo, sobretudo à produção e à demanda por aço na China e nos Estados Unidos. A analista acredita no crescimento da demanda por aço nos EUA e que a Gerdau será a principal beneficiada com esse movimento.

Cardoso também se diz ligeiramente positivo em relação à empresa, mas demonstra cautela com o crescimento exterior: “Eu gosto da Gerdau em termos de business e, em relação a custo, ela tem uma expansão projetada de vendas para o mercado interno, mas o que ainda me preocupa um pouco é a velocidade da retomada dos mercados americano e europeu, nos quais a empresa possui hoje uma participação considerável, tanto no mercado de aços estruturais quanto no de aços especiais. Esses mercados ainda me deixam mais conservador em termos de retomada de resultados positivos da companhia”.

Por isso, ele recomenda as ações da Gerdau de forma neutra, com um leve viés positivo. “Estou esperando os resultados do 4T09 e um pouco das perspectivas do mercado americano para ter realmente uma melhora de cenário. O mercado americano reagiu um pouco em PIB, mas muito focado em serviços, o setor industrial não está muito forte ainda, e isso é o que me deixa um pouco mais conservador”, diz. Para quem pensa em longo prazo, Cardoso não faz média: “A minha perspectiva é ainda conservadora em um período de dois meses. Mas as perspectivas de longo prazo da Gerdau são melhores do que as da CSN”.

Alves reconhece que a demanda por aço longo deve aumentar muito nos próximos anos, com os investimentos na Copa do Mundo de 2014 e na Olimpíada de 2016, o que resultará na construção de estádios e metrôs, e revela que a principal beneficiada por esse crescimento deverá ser a Gerdau. Entretanto, no momento, ele prefere ser cauteloso, já que mais de 50% das receitas da empresa vêm do mercado americano. “A gente ainda fica um pouco com o pé atrás com esse mercado. Ele pode surpreender e, se isso acontecer, vai ser positivo para a empresa, porque o mercado ainda a penaliza por esse investimento nos EUA. Mas, se o mercado americano demorar a ter uma resposta para aumentar a demanda por aço, a companhia poderá ficar para trás. Então, eu vejo que há riscos e não a considero a melhor opção do setor no momento”, finaliza.

Agora é com você. Se acredita que o mercado americano vai melhorar, a Gerdau é a melhor opção. Entretanto, caso confie mais no mercado interno, prefira CSN ou Usiminas, sendo que a CSN tem melhor produtividade, um foco maior em contenção de custos e a preferência dos analistas no momento.

 

CSN (CSNA3)

Dados

9/2008

12/2008

9/2009

3/2/2010

Preço/Lucro

12,6

3,6

6,8

7,2

Preço/Valor Patrimonial

3,3

3,1

6,2

6,6

Dividend yield

7,3%

6,6%

4,3%

4,8%

Dividendo/Ação R$

2,9566

1,9169

2,3309

2,7699

Valor de Mercado

29,4 B

20,9 B

39,6 B

41,6 B

 

Balanço

Dados

9/2008

12/2008

9/2009

Ativo Total

29,3 B

31,5 B

29,7 B

Patrimônio Líquido

9,0 B

6,7 B

6,4 B

Receita Líquida Operacional

10,6 B

14,0 B

7,9 B

Lucro Operacional Ebit

4,2 B

5,8 B

1,8 B

Lucro Líquido

1,8 B

5,8 B

1,9 B

Fonte: www.guiainvest.com.br

Gerdau ON (GGBR3)

Dados

9/2008

12/2008

9/2009

3/2/2010

Preço/Lucro

7,8

5,9

46,4

50,9

Preço/Valor Patrimonial

1,5

1,0

1,6

1,7

Dividend yield

4,8%

7,4%

1,2%

1,5%

Dividendo/Ação R$

0,8800

0,8900

0,2200

0,2950

Valor de Mercado

25,8 B

17,1 B

26,3 B

28,9 B

 

Balanço

Dados

9/2008

12/2008

9/2009

Ativo Total

19,8 B

24,3 B

21,8 B

Patrimônio Líquido

17,3 B

18,0 B

16,5 B

Receita Líquida Operacional

0,0

0,0

0,0

Lucro Operacional Ebit

-67,7 M

-115,1 M

-44,0 M

Lucro Líquido

2,9 B

2,9 B

615,4 M

Fonte: www.guiainvest.com.br

 

Gerdau PN (GGBR4)

Dados

9/2008

12/2008

9/2009

3/2/2010

Preço/Lucro

9,1

7,4

59,5

66,6

Preço/Valor Patrimonial

1,7

1,2

2,0

2,3

Dividend yield

4,1%

5,9%

0,9%

1,1%

Dividendo/Ação R$

0,8800

0,8900

0,2200

0,2950

Valor de Mercado

30,1 B

21,4 B

33,7 B

37,8 B

 

Balanço

Dados

9/2008

12/2008

9/2009

Ativo Total

19,8 B

24,3 B

21,8 B

Patrimônio Líquido

17,3 B

18,0 B

16,5 B

Receita Líquida Operacional

0,0

0,0

0,0

Lucro Operacional Ebit

-67,7 M

-115,1 M

-44,0 M

Lucro Líquido

2,9 B

2,9 B

615,4 M

Fonte: www.guiainvest.com.br

 

Usiminas ON (USIM3)

Dados

9/2008

12/2008

9/2009

3/2/2010

Preço/Lucro

5,6

4,0

14,5

16,0

Preço/Valor Patrimonial

1,3

0,8

1,5

1,7

Dividend yield

5,7%

9,0%

3,0%

2,4%

Dividendo/Ação R$

2,1987

2,3165

1,3494

1,2200

Valor de Mercado

18,9 B

12,8 B

22,4 B

24,8 B

 

Balanço

Dados

9/2008

12/2008

9/2009

Ativo Total

25,4 B

27,6 B

25,2 B

Patrimônio Líquido

14,3 B

15,0 B

15,0 B

Receita Líquida Operacional

12,0 B

15,7 B

7,9 B

Lucro Operacional Ebit

4,1 B

5,4 B

875,8 M

Lucro Líquido

2,4 B

3,2 B

710,6 M

Fonte: www.guiainvest.com.br

 

Usiminas PNA (USIM5)

Dados

9/2008

12/2008

9/2009

3/2/2010

Preço/Lucro

6,0

4,1

14,9

16,1

Preço/Valor Patrimonial

1,4

0,9

1,5

1,7

Dividend yield

6,0%

9,6%

3,2%

2,7%

Dividendo/Ação R$

2,4185

2,5481

1,4843

1,3420

Valor de Mercado

20,0 B

13,1 B

23,1 B

25,0 B

 

Balanço

Dados

9/2008

12/2008

9/2009

Ativo Total

25,4 B

27,6 B

25,2 B

Patrimônio Líquido

14,3 B

15,0 B

15,0 B

Receita Líquida Operacional

12,0 B

15,7 B

7,9 B

Lucro Operacional Ebit

4,1 B

5,4 B

875,8 M

Lucro Líquido

2,4 B

3,2 B

710,6 M

Fonte: www.guiainvest.com.br

 

Usiminas PNB (USIM6)

Dados

9/2008

12/2008

9/2009

3/2/2010

Preço/Lucro

7,8

3,1

14,2

14,4

Preço/Valor Patrimonial

1,8

0,7

1,5

1,5

Dividend yield

4,6%

12,7%

3,3%

3,0%

Dividendo/Ação R$

2,4185

2,5481

1,4843

1,3420

Valor de Mercado

26,1 B

9,9 B

22,0 B

22,3 B

 

Balanço

Dados

9/2008

12/2008

9/2009

Ativo Total

25,4 B

27,6 B

25,2 B

Patrimônio Líquido

14,3 B

15,0 B

15,0 B

Receita Líquida Operacional

12,0 B

15,7 B

7,9 B

Lucro Operacional Ebit

4,1 B

5,4 B

875,8 M

Lucro Líquido

2,4 B

3,2 B

710,6 M

Fonte: www.guiainvest.com.br

 

Esta reportagem foi fechada antes da divulgação dos resultados do 4T09.

 

Colaboração: Flávia Ghiurghi


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